quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

A autonomia das Unidades Federativas deve ser conquistada.

Em Administração se considera as organizações como sendo seres vivos que, assim sendo, precisam ser tratadas como adultos, e não como entidades irresponsáveis.

O que não se pode pretender é que uma Entidade Federativa seja obrigada a ter como fonte principal de recursos um imposto absurdo e inflacionário como é o ICMS, e se negue a ela o direito de utilizar um tributo moderno e socialmente justo, incidente sobre movimentações financeiras seletivas.

A tributação do consumo inibe o desenvolvimento, tão importante para assegurar trabalho e realização profissional às pessoas. A falta de trabalho gera depressão e com ela doenças e criminalidade.

A tributação seletiva da circulação de dinheiro produz resultados imediatos e seguros, consagrando seus autores como gestores eficazes.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Presente de Natal para o Brasil!

Podemos encerrar 2016 com as Unidades Federativas em equilíbrio fiscal. Para que se realize este “milagre,” bastará que se declare a total perda de valor as notas de R$100,00, até o final deste ano, e se estimule a Poupança Federativa.

O Brasil estará se antecipando à tendência mundial no sentido do uso crescente do dinheiro eletrônico e orientando parte destes recursos para uma aplicação socialmente necessária, segura e interessante.

Ainda que os 80 bilhões, previstos como destinados à Poupança Federativa até o final deste ano, não resolvam o problema tributário das Unidades Federativas, permitirão o tempo necessário para implantação da PEC das Unidades Federativas que, esta sim, resolverá esta insolvência estrutural que precisa ser superada.

O brasileiro é corajoso e criativo. Alguns utilizaram mal estas características, mas isso em breve será passado e teremos de volta nosso querido Brasil.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Basta de erros! Vamos recuperar o Brasil.

Alguns políticos erraram demais e precisam nos ajudar a recuperar o Brasil, como forma de pagar pelos erros cometidos.

Precisam confessar seus erros, devolvendo o que sobrou dos recursos mal havidos, e abrindo mão de privilégios obtidos através dos erros.

Passarão a ser réus confessos, em prisão domiciliar, e suas penas levarão em conta essa colaboração, pois não interessa a ninguém penalizar quem se arrependeu.

Os que não erraram concluirão seus mandatos normalmente e elegerão o Presidente da República para concluir o mandato do atual.

É um novo Brasil que ressurge do caos atual.

sábado, 3 de dezembro de 2016

O Brasil insolvente tem solução imediata.

O Brasil está insolvente e continuará insolvente enquanto a política econômica estiver a serviço do setor financeiro e contrária às necessidades do povo brasileiro.

Por esta razão a poupança dos brasileiros tem juros negativos, enquanto o sistema bancário opera com juros escorchantes que sustentam sua altíssima lucratividade.

Com a ridícula justificativa de combater uma inflação tipicamente de custos, os juros são mantidos elevados, um recurso só justificável quando a inflação é por excesso de demanda.

Qualquer estudante de economia sabe disso, mas nossos super titulados dirigentes da política financeira, originários do sistema bancário e pagos por nós, fazem sempre promessas de melhoria para daqui a três trimestres.

Até quando vamos aguentar essas mentiras?